E como os brados no Mundo podem tanto, bem é que
bradem alguma vez os pregadores, bem é que gritem
Pe. Antonio Vieira

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Programa da ONU para o Meio Ambiente divulga estudo que prevê aumento no uso de energia solar.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, PNUMA, afirmou que o uso de energia solar para substituir lâmpadas a querosene, velas e lanternas pode reduzir bastante as emissões de dióxido de carbono e deverá crescer de forma acentuada ainda nesta década.
Segundo o PNUMA, a nova iniciativa que conta com o setor privado, ajudará a reduzir os 74 milhões de toneladas de emissões de carbono produzidas anualmente. Além disso, vai ajudar também a diminuir a poluição do ar e a aumentar a oferta de empregos verdes.
O estudo feito pelo PNUMA em 80 países mostrou que, por exemplo, no Quênia, se as iluminações à base de combustível forem substituídas por lâmpadas LED, que funcionam com células solares, os custos serão pagos em apenas sete meses por causa da economia que será feita.
O Diretor Executivo da agência da ONU, Achim Steiner, falou sobre a possibilidade de se substituir as 670 milhões de lâmpadas a querosene existentes no mundo.
Steiner afirmou que essa é uma grande oportunidade para se cortar as emissões globais de carbono e diminuir os riscos de saúde causados pela poluição interna.
Além disso, a iniciativa vai apoiar novas tecnologias e uma geração de empregos verdes.
O relatório do PNUMA mostrou que 1,3 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à luz elétrica. O uso de querosene para acender as lâmpadas chega a 25 bilhões de litros que custam R$ 46 bilhões todos os anos.
Na África, os consumidores gastam até R$ 34 bilhões por ano em combustíveis usados para iluminação. Na Ásia o valor é um pouco menor, R$ 26 bilhões.
Para ter acesso ao estudo, clique aqui.