E como os brados no Mundo podem tanto, bem é que
bradem alguma vez os pregadores, bem é que gritem
Pe. Antonio Vieira

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Enfim, começou o verão. Temperatura elevada e sol forte no Sudeste e Centro-Oeste.


Depois de janeiro e os primeiros dias de fevereiro sob fortes chuvas, sudeste e centro-oeste passam, enfim a viver dias de verão, com sol forte e as eventuais pancadas de chuva ao fim da tarde. O termômetro do bairro da Saúde, na Zona Portuária do Rio, marcou mais de 39ºC nesta segunda-feira, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Com umidade de 45% e sol forte, a sensação térmica chegou a 50ºC, segundo a meteorologia.
Uma massa de ar quente que persiste sobre o Rio nesta segunda elevou as temperaturas. As 10h, de acordo com o Climatempo, o termômetro do aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste, registrou 34ºC.
De acordo com os meteorologistas da Climatempo, até o início de noite, por causa do tempo quente e úmido, há possibilidade para chuvas rápidas, mas em pontos isolados.
Na terça-feira, o sol e o calor devem predominar no Rio. A máxima prevista é de 38ºC. No decorrer da tarde, por causa do forte aquecimento e a disponibilidade de umidade na atmosfera, ocorre o aumento da nebulosidade. Mas, apesar da possibilidade de pancadas de chuva, os volumes previstos não são significativos.
Em Goiânia, termômetros em alta. Durante a tarde a temperatura ultrapassou os 36ºC. Repetindo o cenário carioca, a baixa umidade, o sol forte e ausência de ventos, fez com que sensação térmica passasse fácil dos 40ºC. Ao contrário de ontem (17), quando choveu forte sobre a capital, até aqui nada de chuca para aliviar o clima quente e abafado.
No Rio, até mesmo passarelas de madeira foram estendidas nas praias para poupar os pés dos banhistas das altas temperaturas na areia.
Mas, enquanto alguns podem curtir as praias e piscinas em busca do bronzeado ideal, cresce a preocupação das autoridades com os surtos de doenças "de verão". Desidratação, micoses e a perigosa dengue são as maiores ameaças, principalmente para crianças. (Com informações do G1)