E como os brados no Mundo podem tanto, bem é que
bradem alguma vez os pregadores, bem é que gritem
Pe. Antonio Vieira

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Família procura professora que desapareceu há cinco dias em Goiás

No G1 - Goiás, hoje (3):
A família da professora Viviane Cardoso de Souza, de 23 anos, está procurando a jovem desde a última sexta-feira (28) quando foi vista pela última vez em uma festa realizada por colegas da faculdade no município de Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. Segundo testemunhas, ela pegou carona com um conhecido, para voltar para Luziânia, onde mora. No carro foram outras quatro pessoas.“A última pista que eu tenho da minha filha é que ela pegou uma carona com um rapaz e esse rapaz disse que a deixou na garagem, mas não a deixou na garagem porque ele está fugido. A polícia correu atrás dele, não conseguiu pegá-lo e ele é quem sabe do paradeiro da minha filha”, acusa a mãe, Maria Cardoso Nunes.
Segundo a família, a jovem costumava esperar pelo pai quando voltada da faculdade em um ponto de ônibus. Como ficou tarde e a jovem não aparecia, os parentes começaram a desconfiar. “Quando o carro dela chegava antes de eu chegar, ela ficava dentro do carro, não saía de dentro do carro até eu chegar. Pelo amor de Deus, se alguém souber do paradeiro dela, por favor, que me dê notícias”, apela o pai, Vitorino Abreu de Souza.
Na escola onde Viviane dá aula, os professores também tentam entender o que poderia ter motivado o desaparecimento da jovem. “Ela sempre se dedicou, fez um trabalho decente, sempre ganhava como professora destaque da escola. A violência vem tomando conta da nossa região e agora uma professora, que ninguém sabe até agora onde ela está, o que está acontecendo, deixando todos os professores aflitos e os pais aflitos”, comenta o diretor da escola onde a professora trabalhava, João Benedito Mendes.
Ainda sem pistas que levem à professora, os familiares distribuem cartazes com a foto da jovem. Nesta semana, o delegado Rodrigo Arana começou a interrogar os colegas que pegaram carona junto com ela e já tem pistas de um suspeito. “A gente já tem suspeitos de terem participado do crime, só que eu vou permanecer calado, não vou revelar para que não haja novamente prejuízo das investigações”, diz o delegado.